Naquele fim de tarde sombrio de Janeiro, fiz o esboço do que te sinto. Desenhei-te na tela da minha alma e envolvi-te em tons rubro. Em sangue lacrimal, mergulhei na matiz que te criei.
No fim de pintar-te, escrevi-te um poema.
Naquele fim de tarde sombrio de Janeiro, fiz o esboço do que te sinto. Desenhei-te na tela da minha alma e envolvi-te em tons rubro. Em sangue lacrimal, mergulhei na matiz que te criei.
No fim de pintar-te, escrevi-te um poema.